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‘Inesquecível’: Campo-grandense desceu de rapel pela 1ª vez em cachoeira com 75 metros

Passeio foi realizado neste domingo, na região de Rio Negro-MS

PorDa Redação

15 mar 2021
Klivia durante descida de rapel na cachoeira do rio do Peixe. Foto: Arquivo Pessoal
Klivia durante descida de rapel na cachoeira do rio do Peixe. Foto: Arquivo Pessoal

“Inesquecível”. É assim que a vendedora campo-grandense Klivia Baiona, de 26 anos, define a experiência que teve neste domingo (14). Graças a uma parceria entre o Rotas do MS e a Vertical Aventura e Turismo, ela participou de um rapel na cachoeira do rio do Peixe, em Rio Negro-MS. Ao todo, foram 75 metros de altura com uma descida de pura adrenalina.

A jovem desfrutou do passeio após ter sido sorteada em uma promoção do Rotas do MS no Instagram (siga nossa página para não ficar de fora na próxima – @rotasdoms). Ela já viajou para a Inglaterra, França e Portugal, já havia saltado de bungee jump e voado de paramotor, mas jamais tinha descido de rapel. “Sempre tive vontade, mas nunca tive a oportunidade. Uma vez uma amiga fez uma descida, mas disse que era uma coisa fechada, só entre conhecidos e até então eu não tinha conhecimento de alguma empresa que fizesse isso”, pontuou.

No entanto, após o sorteio, ela recebeu as orientações da Vertical Turismo e Aventura e, na manhã do domingo, saiu de Campo Grande com o grupo até a cachoeira. “Foi uma experiência maravilhosa”. Ela conta que no começo, ao observar a altura, ficou com certo receio. “Dá um medo, porque eu nunca tinha descido e era muito alto, mas depois que você desce e põe os pés no paredão, não tem mais volta. É descer ou descer”.

Klivia e o marido posam para foto após descida de rapel. Foto: Arquivo pessoal

O marido dela viajou junto para acompanhá-la, mas não resistiu e desceu também. “Foi uma experiência inesquecível, que certamente farei novamente”. Ela destacou ainda o atendimento realizado pela equipe da vertical. “Estava tudo ótimo. A comida servida por eles no almoço estava muito boa. Além disso, os profissionais passaram muita segurança. O tempo todo checavam os equipamentos e perguntavam como a gente estava”.